PAIXÃO PELO VÔLEI
A paixão pelo vôlei é tão grande que ela já viveu momentos marcantes dentro da quadra.
“Eu jogo vôlei desde novinha.” É assim, de forma simples e direta, que Diniz Andreotti começa a contar um pouco da sua história com o esporte.
Segundo ela, o vôlei sempre fez parte da sua vida. “Cresci jogando torneios como líbero e nunca mais joguei em outra posição. Me encontrei ali dentro da quadra.”
Quem acompanha suas redes sociais costuma ver uma mulher elegante, cheia de estilo e presença. Mas, como ela mesma diz, quando chega a hora do jogo, a história muda.
“Quando eu entro em quadra parece que sou outra pessoa. Eu me entrego completamente ao jogo.”
E essa entrega chama atenção. Em campeonatos, torneios e treinos, sua forma de jogar acabou despertando olhares, inclusive rendendo convite para participar de um torneio realizado em Paraguaçu Paulista.
A paixão pelo vôlei é tão grande que ela já viveu momentos marcantes dentro da quadra.
“Eu cheguei a jogar campeonatos grávida. O vôlei sempre fez parte da minha vida.”
Mas o esporte não é a única paixão que acompanha sua história.
“O mundo do rodeio sempre esteve presente na minha vida. Minha família é do agro, então eu sempre amei rodeio, cavalo, sítio… cresci nesse ambiente.”
Foi justamente dessa ligação com o campo que surgiu outra experiência importante: o universo dos concursos em festas de rodeio.
“O mundo dos concursos começou em 2023, quando fui Madrinha dos Peões do Gigante Vermelho.”
A experiência despertou algo novo. Em 2025, Diniz decidiu dar mais um passo e participou da FICAR, ficando entre as 10 finalistas.
“Acho que demorei um pouco para entrar nesse mundo dos concursos, mas quando comecei eu me identifiquei, assim como aconteceu com o vôlei.”
E é por isso que nas redes sociais é comum vê-la de chapéu.
“Por isso que você viu aquelas fotos minhas de chapéu”, conta ela, rindo.
Entre quadras e arenas, Diniz representa bem a mulher moderna: elegante, determinada e cheia de personalidade.
No mês em que celebramos ainda mais a força feminina, sua história mostra algo que temos visto cada vez mais:
mulheres que transitam entre diferentes mundos, mas que quando descem do salto e colocam o tênis no pé… dão trabalho para parar.



